pour toujours

1.12.13

Keep Me Forever, Tell Me You Own Me, Part 2 ♥


Se calhar sou melhor na escrita do que nas palavras proferidas. Acho que ao fim deste tempo, a tua personalidade profunda já conseguiu descortinar isso no meu ser. Sorrio, choro, hesito, tenho medo e sou difícil de compreender, mas quando me entrego, passo a ser completamente irracional. Trabalho em função do amor e da paixão. Tanto prolongo, como sou fugaz naquilo que faço. Sei que neste momento, estás a ler cada palavra devagar e a soletrar cada frase na tua cabeça, de modo a que possas analisar cada expressão e recurso estilístico que utilizo. Não sabes se é um texto em bruto ou se as minhas palavras foram lapidadas, tal e qual como um diamante. Sinto o estômago às voltas, repleto de borboletas irrequietas e, na minha cabeça, o fogo-de-artifício latente em mim desde dia 18 de outubro de 2012, intensifica-se, só de pensar nisso. Talvez seja melhor a imaginar um mundo paralelo àquele onde todos coexistimos do que a ver a verdade à minha frente e soletrar-te aquilo que vai no meu coração. Quero que saibas que não é por mal. É porque me deixas sem voz. Cada gesto, cada ato, cada toque. Não sou a melhor pessoa para escrever textos de amor, porque prefiro o sentimento cru. A brutalidade do toque, o desejo latente em cada movimento. Gosto do romantismo de um olhar profundo e da força de um beijo. Acredito sinceramente que o amor é a melhor coisa do Mundo, quando aliado a ti. És a melhor definição de sentimento. És o meu verbo amar, tocar, sentir, estremecer, querer e ter. És o meu inverno com picos de verão. És o meu gelado de chocolate e menta. És tudo, quando eu sou nada. És a luz, o som e a alegria no meio de um concerto dos The Script. 

Feliz AniversárioAmo-te.     

1 comentário:

filipa alexandra disse...

É tão bonito aquilo que sentes!