É de madrugada e as minhas palavras vão invariavelmente parar a ti. É realmente uma parvoíce escrever-te mais uma missiva, eu sei, mas senti uma estranha necessidade de o fazer neste preciso momento. Acho que queria passar para o papel aquilo que paira na minha mente há já umas semanas. Quero dizer(-te) que, ao fim de praticamente um ano, consegui ultrapassar-te. Não digo esquecer porque não apago da memória as pessoas que passaram pela minha vida, boas ou más, felizes ou infelizes. O amor não se esquece, mesmo depois de acabado, muito menos um amor tão grande como o nosso. Por isso, não, não te esqueci nem planeio fazê-lo. Ao ignorar o período da minha vida em que estive apaixonada por ti, estaria a aniquilar uma parte de mim e, por conseguinte, a pessoa que sou hoje. Não te esqueci mas ultrapassei-te. A ti e à nossa paixão. Posso dizer que hoje, olho para ti com um carinho enorme e sempre com amor incondicional. Amor feliz, amor saudável, amor duradouro. Amor e não paixão. Amor que quer bem e não amor que quer ter. É por isso que consigo dizer que hoje estou bem e que segui em frente. Hoje, sou muito mais "eu" do que "eu sem ti". Hoje, já não sinto nada por ti. Hoje, sou feliz. Já não era sem tempo!
20.1.14
10.12.13
If I Get A Little Prettier Can I Be Your Baby? ♥
Sinto saudade do fogo que só o toque da tua pele contra a minha conseguia acender. Dos arrepios que me provocavas. Não fazes ideia do quanto anseio por te ter, por te possuir, por te sentir. Os homens precisam de ser amados e as mulheres precisam de ser desejadas. É por isso que eu te descubro nas nuances dos meus caprichos. Fodes-me a alma de uma maneira que nem podes começar a compreender, quando me sussurras palavras de luxúria ao ouvido. Tens-me de uma forma tão carnal, com essas tuas histórias de sexo criadas para me convencer que há chama. Possuis um pedaço da minha alma quando me dizes que precisas de me ter, de me tocar e de me beijar. Tens-me quando me dizes que gostas do meu corpo. Fodasse, eu desejo-te para mim e sei que não pode ser só amor.
Sempre tua, a dona da razão.
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