Puxa-me para mais perto e sente-me só. Essa tua respiração ofegante tem a mesma velocidade que o sangue que me corre nas veias quando me beijas. O calor do momento, dos corpos. A sensação e o torpor. A dormência quando o corpo já não aguenta mais e tem de ter o que deseja. És tu. E eu com a tua camisa. Não queres ir? Eu também me trancava ali contigo. De luz apagada, porque o mistério do escuro e das sombras combina com este nosso desejo infinito de nos possuirmos. O secretismo de toda esta parafernália de toques, de sabores e de sentidos deixa-nos fora de nós e da sanidade. Somos viciados. Como quem anseia por um cigarro de menta: queremo-nos, mas não precisamos um do outro. Sinto-te.
26.7.13
24.7.13
Hey Lolita Hey ♥
Não quero ser tua namorada. Quero ser tua amante. Quero ser a rapariga a quem ligas porque estás carente. Quero ser a rapariga que te entretém quando estás aborrecido. Quero deixar-te bem, não com palavras, mas com actos. Quero simplesmente ser aquela com quem te divertes nas noites de verão porque não tens mais nada que fazer. Quero ser a rapariga que amas sem amares. E até podia dizer que quero ser aquela que te conquista só com o sorriso e que te faz voltar atrás no tempo. Aquela a quem pegas ao colo como uma princesa e que sentes que tens de ter. Aquela que te mata e ressuscita só com um olhar. A única que te faz questionar se o destino existe e com quem cometes o mesmo erro três vezes. Mas isso, já eu sei que sou. Sou mais do que qualquer outra. Não porque sou o amor da tua vida nem a rapariga que mais amaste, mas porque sou aquela para quem voltas sempre, passe o tempo que passar e venha quem vier. E se isto é só uma curte, posso fazer isto sempre que quiser.
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