Quando acordei hoje, ainda pensei que fosses real. Só ao fim de uns largos minutos a minha consciência assentou e eu percebi que o que era, já foi. Prometi a mim mesma que ia desistir. Ou pelo menos não me importar mais, e os meus esforços para concretizar essa árdua tarefa têm tantos altos e baixos que eu já não sei bem o que pensar acerca de tudo. Hoje, quando acordei, senti que precisava de ti. Que (tentar) desistir não significa deixar de amar e que distância não significa não sentir falta. Se calhar não vais ler isto, mas se leres, vais perceber que é para ti. Quando souber se isso é bom ou mau, decido o que fazer com isto tudo.
16.3.13
12.3.13
Every Rose Has To Die ♥
Até te dizia a desilusão que foste para mim, mas acho que não irias compreender, tal como nunca compreendeste completamente aquilo que eu fui um dia e aquilo que sou hoje. Aprendi que não vale a pena preocupar-me demasiado com as coisas, porque quanto mais penso naquilo que devia doer, mais sinto aquele vazio que, no fundo, já se preencheu. O nada passou a ser tudo, e esse tudo um dia morreu. No dia em que aceitei isso e desisti de tentar, posso dizer que me tornei (quase) tão feliz como antes.
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