Não tenho fulgor para escrever textos românticos. Textos bonitos que exponham a verdadeira dimensão do que o meu engenho sente. Não fui feita para romantismos platónicos e idílicos. Fui feita para o impacto imediato do amor. Fui feita para acreditar que a melhor coisa da vida é o amor. Duro e cru. Simples e directo. Sou feita dos meus próprios princípios e realidades que a maioria não compreende. Fui feita para ser sentida, provada, tocada e nunca esquecida. Fui feita para marcar corações e para pertencer àqueles que me têm. E tu, meu amor, tu tens-me. Marcaste-me e guardaste-me junto a ti. Só agora me apercebi, mas talvez tenha sido feita para te pertencer. Amo-te mais.
4.11.12
3.11.12
I'm The Runner ♥
As minhas palavras não vos deviam ser dirigidas, mas a vontade de escrever falou mais alto. Não, não vou fazer um texto enorme a dizer o quanto lamento o fim da nossa amizade ou a insultar-vos, porque sei que isso não vai resolver nada. O que vocês fizeram... é difícil de perdoar. Difícil de compreender e difícil de aceitar. Não sei o que vos moveu a fazerem o que fizeram, mas é algo que me deixa acordada à noite. Serão vocês pessoas assim tão... mesquinhas, ou fui eu que vos dei razões para tal? De qualquer das formas, não é algo que me interesse substancialmente, e para dizer a verdade, acho que já nem vocês me interessam substancialmente. O meu amor tem razão... Não me devia importar com o que vocês acham ou dizem acerca de nós ou da nossa relação, mas dez anos não são algo que se deite fora de ânimo leve, como vocês decidiram fazer. Eu amo-o, e se vocês não acreditam nisso, se olham para nós de lado... acho que deveria sentir pena de vós, em vez de raiva, mas perdoem-me a minha humanidade. E pegando nas palavras que uma de vós escreveu, colocando-as num itálico bonito e entre aspas, para que os direitos de autor não sejam postos em causa, retribuo, sublinho e aplico o que aqui está latente:
"E quando estamos a dormir sonhamos, sonhamos com o passado. Com aquilo que fomos outrora. Mas quando acordamos, só pensamos em ostracizar tudo aquilo que fomos em conjunto uma com a outra. Pensamos em odiar em vez de ignorar. Pensamos em nos vingar. Não sei se isso é bom mas é o que sinto."
Mas não, não me vou vingar, descansem. Prefiro a ignorância à frontalidade desmedida. Sejam felizes, e saibam que serão vocês a apanhar o que deitaram ao chão, e aí, será tarde demais para remendar o que quer que seja.
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