É verdade. Há tantas palavras que te poderia dirigir, Princesa, mas nenhum número seria suficiente. Ou nenhum conjunto de vocábulos seria suficientemente bom para descrever o que sinto, cá dentro, no meu coração.
Pudemos finalmente ver-nos. De corpo e alma. Pude finalmente abraçar-te e sentir que estamos juntas.
E passou tudo tão depressa... Vieste ao meu encontro, e, quando pestanejei, já estava a dar-te um abraço apertado, em jeito de despedida, e a conter uma lágrima de saudade, antes mesmo de deixares o meu campo de visão.
Mas não foi tão bom, Princesa? Não foi tão reconfortante saber que ambas existimos, na vida uma da outra?
Olha Princesa, eu amo-te, sempre. E sabes? 21 de Fevereiro não é apenas o meu dia; é o nosso dia, e para o infinito o será.

