pour toujours

26.9.11

Why Today


Porquê hoje?
Porque há dias em que me apetece simplesmente deixar em papel todos os meus pensamentos mais excêntricos e ridiculamente vertiginosos.
É horrível viver aprisionada, sem emoções nem sentimentos, por isso, todas as noites, deixo a minha mente voar e vaguear por Mundos que sonho que existam, e depois, quando ela voltar, fecho-a outra vez, e moldo-a aos costumes que nos são impostos hoje, neste Lugar em que sobre(vivemos).

25.9.11

As Always...


Hoje, aproximei-me da janela do quarto e pus-me a falar com as estrelas. Com os astros brilhantes que me aconchegam os pensamentos. 
Falei de mim, falei do tempo, falei dos sorrisos e das lágrimas que me assolam dia sim, dia sim. 
E quando quis parar de falar, não consegui. De alguma maneira, as estrelas sussurravam para mim todos os s(m)eus desejos. Foi como olhar-me ao espelho e perceber que já não sou uma menina pequena que sonhava ser Princesa. Sou uma pessoa, uma rapariga, um ser humano que sonha em ser mais, em ser menos, em ser.
Nunca, nos tantos momentos de reflexão que fiz, me apercebi tão brutalmente que soprar num dente de leão não vai tornar todos os meus devaneios realidade.

Esta, é, as always, a banda sonora de todas as minhas imaginações à luz das estrelas e na vertigem das janelas.