pour toujours

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11.4.12

It's Like A Dark Paradise♥


Mas por que é que eu sou tão estúpida? Não faz sentido absolutamente nenhum.
Hoje, estava decidida a falar contigo. E não fui. Porque sou uma cobarde. E porque tenho medo, muito medo de qual possa ser o desfecho final. Quase corri ao teu encontro, decidida a dizer-te tudo o que ainda guardo dentro de mim. Todas as palavras que ficaram por ouvir e por mencionar. Mas tu não estavas lá. Não estavas, e a minha coragem foi esmorecendo... Como sempre, a minha força vai diminuindo, ao ponto de se mostrar quase nula, e de me deixar num canto, fraca e indefesa, contra os meus próprios pensamentos. Esses pensamentos que se aglomeram em manchas negras, como que nuvens adivinhando uma tempestade. Por que é que eu sou tão cobarde? Tão estúpida, tão parva. Tão FRACA?!
Estou cansada de nunca levar as coisas até ao fim. E disso, só me posso culpar a mim. Estúpida.

9.4.12

This Is My Idea Of Fun ♥


E hoje, aqui me encontro, com a mão dorida e a vista cansada, para escrever mais um aglomerado de palavras insignificantes. Mais um conjunto de letras que a ninguém interessa. Nem mesmo a mim. A minha mente paira por outros locais, neste momento. Todos os meus sentidos estão distanciados do meu corpo e do local onde os átomos que me conjecturam realmente se encontram.
Viajo pelos momentos que já passaram e que desejo ardentemente recuperar, reviver e guardar no coração.
Viajo pelo meu futuro, tão incerto. Tão frágil e volátil. Posso acabá-lo, amanhã, antes mesmo de o começar. Posso atirar-me ao mar, e morrer, sufocada pelas águas que, ao torturar-me, apenas estariam a cumprir o meu desejo.
Mas não, não o farei. Não transformarei o meu futuro num nada. Pelo menos, não por agora.

8.4.12

Whistling My Name ♥


Perco-me no silêncio das pessoas que sei que estão lá fora. Perco-me na minha própria respiração, e no bater regular do meu coração.
Lá fora, há-de pairar o desastre, a agonia e a confusão. É por isso que permaneço aqui. Para que amanhã ainda possa acordar e ver-me sorrir. Para que amanhã ainda queira acordar.
Alguém bate à porta. Vou abrir. Não está lá ninguém. (Não estás lá tu). 


(Meus amores lindos, já somos 202! Nem sei como vos agradecer! Obrigada por todo o apoio que me têm dado, pelos elogios, pela presença. Juro que nunca pensei que houvesse tanta gente disposta a ler as minhas palavras, a aturar os meus devaneios. Tanta gente pronta a limpar as minhas lágrimas e a pôr-me um sorriso na cara. Tanta gente que fica feliz quando eu estou feliz. Muito obrigada, nem sei bem o que vos posso dizer, além de que vos adoro, mesmo, e que por mim, estaria ao vosso lado, fisicamente, todos os dias. Dar-vos-ia um abraço bem apertado quando chorassem e partilharia os vossos sorrisos e triunfos. Obrigada, por tudo, sempre.)  

5.4.12

Drink Up Sweet Decadence ♥


Atravessara a estrada a medo. Não estava completamente certa daquilo que planeava fazer. Refugiar-se no escuro talvez ajudasse. Deixar as luzes para trás.
Continuou a andar, acelerando o passo. Embrenhou-se ainda mais nas ruas desconhecias, cujas esquinas a baralhavam. Tudo estava silencioso, por isso, o estranho o som de uma respiração pesada alertou-lhe os sentidos. Sentia-se desconfortável, como se algo não estivesse bem. Talvez não estivesse mesmo. Ou talvez fosse apenas o medo a falar mais alto. 
Lentamente, olhou para trás. Pareceu-lhe adivinhar uma sombra, mas era de certeza apenas um pequeno candeeiro pendurado numa varanda. "Mas não há vento...". 
O ar estava pesado, e ela sentia dificuldade em respirar. Era-lhe difícil manter-se consciente. Sentiu-se a cair, e a última coisa que viu foi o candeeiro apagar-se.
Ele vira-a cair. Vira o medo nos olhos dela quando se voltara para trás e perscrutara o vazio. O vazio onde ele se encontrava. O vazio por onde a seguira, imitando-lhe os passos, desvendando-lhe as rotinas. Quando a vira cair, soubera que estava tudo acabado. Ela morrera, e ele continuaria no vazio, no escuro, como que esperando pela sua alma.

22.3.12

Past The Point Of No Return ♥


E é um desapego tal que não me incomoda a mente nem o coração.
Reconheço que raramente sou fria para quem me magoa. Mas tenho limites.
Odiando fazê-lo, quebro as minhas promessas. Mas é para o meu próprio bem, por isso, faço-o. Coisa rara, que o meu engenho estranha e quer contrariar. Mas não posso deixar que isso aconteça. Passei o ponto sem retorno, ou pelo menos, esforço-me para o fazer.
Preciso de eliminar de vez as réstias de sofrimento que me tatuaram no coração. É um processo doloroso. Foi um processo doloroso, digo. Porque já nada aqui resta. Nada do que me fez chorar. Nada do que me fez duvidar do meu sorriso. 
É complicado abdicar das promessas outrora feitas. Para mim, é. O ser humano é um ser egoísta, que fará tudo para se proteger a si próprio e salvaguardar o seu coração, e remei muito tempo contra essa maré. 
Preciso de me proteger. Ou então colapso. E isso, desprezo.
Passei o ponto sem retorno. E não me incomoda a mente nem o coração.  

21.3.12

Take That Body Downtown ♥


Estava tudo tal e qual como deixara. As cadeiras estavam arrumadas da mesma forma, o mesmo guardanapo sujo estava sobre o balcão da cozinha. A torneira continuava a pingar as mesmas gotas de água por minuto. A falha na tinta da parede do quarto não tinha aumentado nem sido corrigida.
Ele tinha razão. Ela nem daria mais pela sua existência. Ele prometera-lhe que seria como se nunca tivesse existido. 
Mas a verdade era que ainda existia. Mesmo não se notando. Mesmo que ele tivesse feito tudo para que o coração dela não doesse mais, após ter ouvido as suas palavras.
Ele ainda permanecia na mente dela, tão vivo como quando o vira pela última vez. Ainda conseguia sentir o sabor da sua boca e o seu cheiro continuava impregnado no nariz. Ele ainda vivia. Então, porque tinha morrido? 

18.3.12

Nothing Lasts Forever ♥



Sentou-se na cama. A casa estava silenciosa, talvez deserta. O único vestígio de que estaria possivelmente alguma alma dentro daquelas paredes era o ligeiro movimento do seu peito, ao respirar. Dizia possivelmente, porque tudo poderia não passar de um pesadelo e ela afinal não estar... adormecida. Na escuridão da qual não mais se despediria. 




05.03.2012

15.3.12

Tell Me All The Things You Want To Do ♥



Parou.
Numa rua deserta.
Estava cansada. Cansada de tudo.
Não parara um segundo desde que saíra. 
Os ares estavam pesados, como que adivinhando mais uma chuvada, ou talvez algo mais. E a vegetação que via a seu lado era mortiça, como se nunca tivesse sequer florescido. Ouvia algo, mas talvez fosse a sua imaginação. 
Não se lembrava como fora ali parar... Não tinha nada a não ser um casaco, uma caneta e um caderno. E um chapéu-de-chuva imaginado.
Teria começado esta viagem para escrever? Desenhar? Fugir? 
Fugir de quem? De quê?
De si própria, talvez.
Mas já nem isso sabe...
Não fora feita para entender os recantos da sua mente. Retorcida e complicada. Como a arquitectura de uma igreja.
Sentou-se. No chão. Ali mesmo. No asfalto molhado e frio.
Sentou-se, para nunca mais ter de se levantar. 
Para ficar ali para sempre. Isolada de tudo, no sossego.
Começara a chover.
A chuva não a incomodava, muito pelo contrário, sempre achara que lhe fazia bem. Para limpar as ideias, e levar todo o pessimismo numa enxurrada. E seria precisamente isso que faria, mais uma vez.
Sim, a chuva sempre lhe fizera bem.

9.3.12

We Only Said Goodbye With Words ♥


As palavras custavam a sair-lhe da boca. Não queria falar. Não queria ouvir, sequer. Era obrigada a estar ali,  rodeada de pessoas que odiava e que sabia que a odiavam também. Era obrigada a dizer que estava bem, quando claramente só queria fugir. De tudo. Da luz, da escuridão, do barulho. Até do silêncio em que tantas vezes se mergulhava. Fugir de quem? Nem ela o sabia, mas já não aguentava toda aquela fachada. 
Levantou-se e saiu. Ao tomar contacto com o ar abafado daquela noite que inspirava para si, sentiu-se estranhamente feliz. Atravessou a estrada, e nesse momento, passou o ponto sem retorno.

6.3.12

Because The Night Belongs To Lovers ♥


Olhava para a televisão sem interesse. Conseguia ouvir os vizinhos de cima a discutir. Novamente. Sabia que acabaria por voltar tudo ao normal. Dentro de minutos, estariam na cama, a satisfazer o desejo animal e primitivo que os seus corpos lhes impunham, enquanto soltavam gritos que todo o prédio conseguiria ouvir. A cama bateria contra a parede e as molas do colchão rangeriam com tal violência que se tornaria quase impossível não partirem. Quem passasse na rua por essas horas, julgaria que um homicídio estivesse a ocorrer. Depois de consumado o acto, ouvi-los-ia respirar, de cansaço e prazer. Os corpos suados, com as marcas da luxúria imediata, as roupas espalhadas pelo chão. Ela levantar-se-ia e ligaria a água do duche. Tomaria banho, enquanto ele, tentaria segui-la até lá e "importuná-la" até que ela cedesse e o deixasse juntar-se a ela. Aí, possuir-se-iam mais uma vez, debaixo da água, por vezes gelada, por vezes escaldante, do duche.
Ela conhecia bem a rotina. Afinal, fora ele que lha ensinara. E agora, olhava sem interesse para a televisão. 

5.3.12

And Right Before I'm About To Drown ♥


Calma e lentamente, despiu a camisola.

Deitou-se na cama e enroscou-se numa almofada. As lágrimas escorriam-lhe pela face, e iam cair no tecido acetinado dos lençóis.
Sentia-se exausta. Sentia o coração a bater devagar. As mãos estavam praticamente exangues. Antes de se render ao cansaço, olho para as horas: 2h08. Fechou os olhos. E nunca mais viu as horas. 

3.3.12

'Cause Your Presence Still Lingers Here ♥


Ouvia o silêncio que pairava à sua volta. A sala estava fria. As mãos, mesmo dentro das luvas, estavam geladas. Tinha conseguido cravar um cigarro ao velho da esquina, mas não tinha lume. Pegou no cigarro e observou-o, com olhos de ver. Retirou as luvas e sentiu bem nos seus dedos a textura suave, mas ao mesmo tempo rugosa. Inspirou o seu aroma. "Porra, era capaz de matar agora por lume". Partiu o cigarro ao meio, e atirou-o para o outro canto da sala.
Tinha o cabelo preso no alto da cabeça. Soltou-o. Sentiu um alívio imediato. Mais ainda queria o cigarro que sabia já não poder levar aos lábios. Teria de permanecer com o sabor doce e ao mesmo tempo, tão amargo, da boca dele. Qualquer coisa seria melhor do que aquela constante recordação dele, mais forte a cada segundo que passava. 
Directamente à sua frente, tinha um espelho de corpo inteiro. Viu o seu corpo, naturalmente esguio, quase esquelético. "Podia perder uns quilos". 
Decidiu que não iria nunca mais ceder à tentação de provar os lábios dele. Toda a amargura que ele lhe deixara na boca e no coração, depois das palavras vãs, era bem superior ao sentimento momentâneo que o movimento dos seus lábios junto dos dele despertava. Ordenou a si mesma que parasse de pensar em tal coisa, e aí, viu o isqueiro que estivera sempre ao seu lado. No outro lado da sala, estava, partido ao meio, o cigarro que nunca chegaria a fumar. 

1.3.12

Once Upon A Time There Was Light In My Life ♥


Meu amor, meu anjo, desculpa.
Porque eu sei que darias tudo de ti para que eu voltasse a ter uma réstia que fosse de mim. 
Eu é que sou estúpida, e nem mesmo quando tenho o teu sorriso à minha frente e as tuas palavras prontas para aconchegar a minha dor, sou capaz de te dizer o vazio que sinto cá dentro. 
Só te queria agradecer por tudo o que já fizeste pela minha pessoa, e ainda mais por tudo o que tentas fazer, perante o meu semblante taciturno e sombrio. Obrigada por seres das poucas pessoas que ainda tenta arrancar um sorriso do meu rosto, por onde as lágrimas mais têm corrido. 
É só mesmo para dizer que te amo, e que espero que a chuva não te tenha levado para longe de mim e do meu engenho. Sempre, franjinhas.

27.2.12

Close Enough To Start a War ♥



E cá estou eu, mais uma vez, agarrada às palavras que já devia ter deixado ir há muito tempo. Cá permanecem a amargura, a tristeza e todos aqueles vocábulos que já devia ter alienado do meu ser. 
O sol já nasceu e já se pôs centenas e centenas de vezes. Eu já acordei e já adormeci outras tantas. Já acordei quando tudo o que queria era nunca mais abrir os olhos. E no entanto, continuo aqui. Em certos dias, contra  minha vontade. Hoje, talvez seja um desses dias. Mas e daí, talvez já não saiba nada, pelo meio de todo o que conhecimento que vai escorrendo pelos meus olhos.
E as palavras que teimam em não se afastar do meu coração. E os sons que quero abafar. As vozes que quero calar e as pessoas que quero trazer para perto de mim. 
O meu amor? Por onde anda esse sentimento tão ingrato?
Não sei, nem quero saber, se isso importa para alguém que ainda absorva as minhas palavras. Desde que não se encontre plantado do lado daqueles que tantas vezes o mutilaram, chegando mesmo ao ponto de ele se querer anular.
Hoje, cessou mais uma vida que eu conhecia. Mais um coração que pertencia ao meu círculo, desistiu e encerrou os seus batimentos. Pena é não ter sido o meu.

26.2.12

Kissing In The Blue Dark ♥


Sentou-se no chão frio e sujo daquela casa que nunca tomara como sua. Olhou para o vazio durante muito tempo. Não chorou, não sorriu. Não disse uma única palavra. Ao seu lado, tinha um maço de tabaco, um isqueiro, uma tesoura, um bloco e uma caneta. Não lhe apetecia escrever. Tirou um cigarro do maço e acendeu-o. Deu apenas um bafo até se decidir a pegar no raio da caneta e escrever uma palavra que fosse. 
"MENTIRA" 
Riscou a palavra com tanta raiva que rasgou a folha. Atirou a caneta para bem longe, e com o isqueiro, queimou o bloco. 
Pegou na tesoura.
Lá fora, escurecera entretanto, mas ela não o saberia.

20.2.12

As You Lay Down On Your Side ♥


Via a luz como algo muito diferente daquilo a que estava habituada... Conseguia, no brilho de uma lâmpada já velha e tremeluzente, descobrir tudo aquilo com que um dia não sonhara. Via as sombras dançarem na parede branca à sua frente. Imaginou que era uma delas. Imaginou que quando a luz se apagasse, deixaria de existir. Esboçou um sorriso, e apagou a luz.

19.2.12

The Scars Of Your Love ♥


Sentou-se na cadeira que rangia e começou a trautear uma canção. Não se lembrava onde a tinha ouvido, mas as notas saíam-lhe com a maior naturalidade. Já não sentia nada. 
Olhou para o pulso onde via uma cicatriz recta, na horizontal. Não se lembrava onde a tinha feito, mas gostava de olhar para ela. Dava-lhe esperança que as coisas se voltassem a compor. Dizia-lhe que mesmo o que dói, pode fechar-se e acabar. Talvez a dor latente no seu coração também cessasse de uma vez por todas. Talvez pudesse voltar a respirar de alívio, e sentir-se (novamente) feliz por o ar ainda lhe encher os pulmões. 
Deixou-se estar sentada, a trautear sempre a mesma canção. Só quando se levantou é que lhe afluiu à mente que por há muito que a ferida tivesse fechado, a cicatriz continuava lá, como uma irregularidade na sua pele.  

16.2.12

When Will I See You Again? ♥


Coração, é preciso eu gritar mais alto para me ouvires? Perdeste o sentido das minhas palavras no eco que se fez sentir? Apagaste os meus vocábulos, ou nem sequer os quiseste compreender? 
Olha sê forte, e não te deixes cair mais uma vez. É só o que te peço. Não chores mais. Assim como um dia acreditaste que irias ficar exangue depois de derramares tantas lágrimas, acredita que toda a dor que sentes irá desaparecer um dia. Acredita que vais ser feliz. E acredita que, mesmo que te sintas sozinha, terás sempre luzes a alumiar-te o caminho.

14.2.12

I (Don't) Know My Destination ♥


"Pára, por um momento e olha à tua volta", digo para mim mesma. 
"Já há muito tempo que a tristeza paira em ti, e abraça o teu coração com demasiada força. Há muito tempo que choras e que deixas que a amargura permaneça incrustada no teu ser. Sabes os segundos que já desperdiçaste a tentar conter as lágrimas que acabaram sempre por escorrer-te pela face? Sabes os sorrisos que já deixaste escapar, os momentos aos quais já fechaste os olhos, apenas para te deixares consumir por essa angústia que te destrói um pouco mais, todos os dias? Não fazes ideia daquilo que já sofreste, pois não? Bem sei que tudo o que consegues ver agora é o cansaço e todas as forças que do teu pobre semblante te levaram. Sei que queres desligar-te da luz e daquilo (ou de quem) um dia te fez feliz, mas ouve-me! Não podes fazer isso! Luta por quem acreditas que fará o mesmo por ti. Luta por quem queres. Luta pelas tuas dúvidas. Luta para saberes porquê. Luta para arrancares a verdade do discurso de outrem. Mas, acima de tudo, luta por ti."

12.2.12

I Build Myself Up ♥


O vento gélido batia na persiana com uma força avassaladora. Quase tão avassaladora como a dor que sentia. Quase. A dúvida não lhe saía da mente, como se alguém aí a tivesse imposto e aprisionado. Custava-lhe concentrar-se em algo mais do que nos seus pensamentos. Sentia a alma corroída pelas palavras e actos que não compreendia. E esperava compreendê-los; quando o sol nascesse e o vento esmorecesse. Mas consigo, trazia o medo que o seu mundo iria permanecer na escuridão, e as suas certezas, seriam para sempre arrastadas pelo vento.